segunda-feira, 13 de maio de 2013

Jornalista de SPS vai para Marte



Com reserva solicitada para o primeiro vôo com destino ao Planeta Vermelho , em 2023,  o jornalista João Carlos Leal pretende dar furo na concorrência ao pautar a primeira reportagem interplanetária da história do universo. O marciano que aceitar dar uma entrevista terá sua identidade preservada.  A viagem terá a duração de sete meses a não há previsão de volta.

Depois de abandonar o caos terráqueo do Rio de Janeiro e partir para o encontro com a natureza, se estabelecendo há 10 anos  em São Pedro da Serra, sétimo distrito de Nova Friburgo, o repórter, com passagens pelos principais jornais cariocas e que hoje administra a Pousada Canteiros, decidiu, mais uma vez, buscar novos horizontes. De malas prontas, vai encarar 60 milhões de quilômetros no lombo de um foguete, rumo a Marte, ao lado de mais três terráqueos.

A viagem faz parte do projeto da Mars One, uma  ONG holandesa que está selecionando pessoas para participar de um reality show em Marte. João Carlos, que vê a oportunidade de realizar um sonho de criança, é um dos voluntários inscritos entre 12 brasileiros. Um estudante de Engenharia Mecânica também concorre a uma vaga na nave.

Se você deseja mandar esse jornalista para o espaço, bastar acessar o endereço http://applicants.mars-one.com/profile/08b4925a-ec22-4a6c-9269-bdc987c1e027 e votar agora mesmo.

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domingo, 12 de maio de 2013

Feliz Dia das Mães



O cubano Luiz Carlos mostra no peito a sua tatuagem. Vemos uma mulher chorando lágrimas de sangue. Apesar do sofrimento, um coração se destaca entre os seios, representando o amor materno incondicional. Uma auréola simboliza a santificação. O que significa esta tatuagem, perguntei? O sofrimento das mães cubanas, respondeu.



segunda-feira, 22 de abril de 2013

Che e a origem da moeda






Dentro da filosofia cubana, edificada pela revolução e implantação do socialismo, a honestidade e simplicidade de Che Guevara, avalizada pelo seu desdém ao dinheiro, um desprezo fortalecido pelas normas de moral e ética, teve como representação maior o dia em que o líder revolucionário, de nacionalidade argentina, então, presidente do Banco Nacional de Cuba,  assinou cédulas com seu nome de guerra. Consciente, dava um golpe ao conceito de que o dinheiro estava acima de tudo.

Assim, Cuba construiu, em sua origem revolucionária, parâmetros de comportamento e costumes, que se tornaram tradicionais e são percebidos até os dias de hoje, apesar das singelas mudanças ocorridas. O cubano, herói de nascimento, “ganha hoje para comer amanhã”. Entretanto, já começa a sentir o gostinho de se ter um lastro, por menor que seja.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pardal irrita friburguense

 
Sem aviso prévio, mais um pardal foi instalado em Nova Friburgo, pegando motoristas de surpresa. E, para complicar, o instrumento está posicionado a poucos metros de um enorme banner onde se vê uma mulher de calcinha. "A mulher é muito gostosa, mas você paga muito caro só pra olhar", reclamou o motorista José Vicente Celestino, multado após distrair-se.
 
Apesar de inúmeras reportagens realizadas pelo Fantástico, a revista eletrônica da rede Globo de Televisão,  denunciando a farra dos pardais, que visam apenas a lucrativa arrecadação, os aparelhos continuam sendo instalados indistintamente pelo Brasil, prejudicando o orçamento dos contribuintes.
 
Cidadãos friburguenses, irritados com a falta de respeito, pretendem realizar um movimento contra o abuso. Somente empresas de ônibus são avisadas sobre a instalação e sua localização. Enquanto isso, em Nova Friburgo e no resto do país, ruas, estradas, os hospitais públicos, as escolas e as vítimas das tragédias causadas pelas chuvas continuam em recorrente abandono.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Tradição Histórica de Cuba






As tradições culturais de um país ajudam, de forma indelével, a construir a personalidade e o orgulho de um povo. Definido nas suas tradições históricas, Cuba preserva suas memórias e dá respaldo a consciência política, permitindo, assim, a abrangência e o reconhecimento internacional quando o assunto é a crítica ao sistema. Veja como se destacou a blogueira Yoani Sánches. Notoriedade que dificilmente alcançaria um crítico ao regime brasileiro.

 O famoso “canhonaço”,  evento que acontece todos os dias no forte de Habana, é motivo de orgulho para os cubanos.  Dotado de um museu arqueológico, onde se pode visitar a sala de comandância em que Che Guevara despachou na chegada dos revolucionários, a fortaleza, de colonização ibérica, inicia o evento às 20:40 horas. Cerca de cinquenta jovens, com suas indumentárias típicas de soldados do século XIX, desfilam com armas e, ao som das típicas batidas militares, de tambores e trompetes, dão origem a encenação secular, lembrando a guerra da Independência, declarada em 10 de outubro de 1898.

Os soldados marcham a um ponto mais elevado do forte, com vista para Habana, e, obedecendo a um protocolo iniciado em meados do século XVIII, encenam a explosão de um canhão. Após os aplausos do público, constituído em sua maioria por turistas, a marcha militar retorna pelo mesmo caminho, pondo um ponto final ao evento. O ingresso para o canhonaço, que é repetido diariamente, exceto em dias chuvosos, custa $ 5 pesos convertidos para o turista, cerca de R$ 21 reais.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Vaidade Socialista






A polêmica visita da blogueira Yoani Sanches, na primeira quinzena de março deste ano, ao Brasil, sem dúvida, nos serviu como parâmetro. Não somente para uma analise critica, que realizamos, a partir de uma pessoa comum, ao regime socialista, como também para uma visão superficial dos costumes do cidadão cubano, que ela nos deu na representação de sua indumentária.

Independente da sua especulada condição, ou seja, uma crítica do regime de Fidel e Raul Castro ou uma agente da CIA,  Yoani chamou a atenção por sua total falta de vaidade. Cabelo ressecado, comprido e sem um corte definido, pele mal tratada e roupas feias, a blogueira forjou o sofrimento e em nada representou o que, na verdade, é o cubano.

Do cubano da periferia aos privilegiados moradores dos bairros nobres de Havana, como Vedado, por exemplo, o que se vê são pessoas vaidosas, com uma postura altiva, que procuram, dentro das limitações, vestir-se bem e, principalmente, com absoluto cuidado aos cabelos.

Nosso guia em Havana, Luiz Carlos (foto de óculos), um jovem de 22 anos, morador da periferia, não somente nos orientou por bairros, ruas, museus e restaurantes, como foi enfático ao criticar a roupa que vestíamos para uma festa em Vedado, nos mostrando a moda cubana vigente. “Você não tem uma camisa de malha com gola em V?”, questionou, Luiz, mostrando que usava uma por baixo de um vistoso casaco de lã aberto, calça jeans, justa, de cor bege, boca fina e pescando siri, e sapatos sem meias.